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O MFC surgiu no Uruguai em 1950 pelo entusiasmado e carismático Pe. Pedro Richard que propõe uma dinâmica dentro da realidade de nosso Continente: 'Wem espiritualidado conjugal sem apostolado familiar, nem apostolado da família sem espiritualidade conjugais. Esta inculturação só foi explicitada na década - 90 na Exortação Apostólica Sinodal 'Christifidelis" e reafirmada na inculturação pedida no Documento de Santo Domingo (1992).

O Espírito de Deus sopra no Congresso Eucarístico Internacional (Rio, 1955) e transformou-se em "placenta para trigêmeos": CELAM - CNBB - MFC! Todos com dimensão latino-americana. Conselho Episcopal da América Latina, Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Em 1960 realiza-se na capital mexicana o II Encontro Latino-americano com o tema "A Família Aberta" haja vista que de nada adiantaria para a família cristã "proteger os seus membros" quando o Evangelho sempre pedia que os cristãos fossem sal, luz e fermento da sociedade ( cf.Mt.5,13). Surgiam assim os primeiros brotos da Família Nuclear" !

Em 1962 conseguíamos o status de ser órgão de Utilidade Pública - estatuto próprio e regimento interno, consequentemente tudo no Decreto Lei 1400 de 26 de outubro de 1962. O MFC como entidade de Laicos que desejava crescer na fé ! Aos onze de outubro do mesmo ano João XXIII abre o Concilio Vaticano Segundo.

Em 1968 muitos membros do MFC foram perseguidos. Humilhados e algemados. Encarcerados. Conclui-se fácil: se o MFC vinha causando desconforto à ditadura era sinal que havíamos tomado rumo certo, qual seja, a direção - Medellin.

De Bogotá em 1972, no plenário do VI Encontro Latino-americano, o tema foi "Educação para o Amor". De lá trouxemos de forma mais explicitada que deveríamos míssionar junto dos casais re-casados, acolhê-los nas equipes-base.

Em Itaici, 1978 os nossos Bispos, através do texto Pastoral do Matrimônio, solicitam aos movimentos familiares que acolham os divorciados ( cf..5.5.3 a 5.5.10). Profeticamente o MFC continua em comunhão com os Bispos dentro do deserto da sociedade brasileira anunciando cada vez mais seu compromisso com o Reino de Deus.

Em julho de 1998 aconteceu o XIII Encontro Nacional em Juiz de Fora! Onde tivemos de Repensar o MFC: Um novo tempo. "Eis que faço novas todas as coisas" (Ap.21,5).

 

PROPOSTAS DE AÇÕES PARA O TRIÊNIO 2016/2019

 

Os Perigos de uma Espiritualidade Desencarnada no Movimento Familiar Cristão

1. Desenvolver programas de formação e capacitação continuada para fortalecimento espiritual e conhecimento, na busca de uma espiritualidade duradoura, com apoio da estrutura do MFC Nacional:
a) Esclarecer na formação de novos participantes, que a espiritualidade tem como base a fé e a misericórdia, diferenciando-se de religiosidade;
b) Promover encontros (presenciais, videoconferências ou por vídeos) com o objetivo de aprofundar o conceito e a ideia-raiz da espiritualidade;
c) Inserir na revista Fato & Razão temas que ampliem o entendimento do sentido real de espiritualidade, que transcende paredes dos templos;
d) Preparar material de formação específico para integração dos jovens no MFC.
 

2. Promover na família a experiência de espiritualidade encarnada:
a) Associar a fé à defesa da vida;
b) Atentar para as necessidades das pessoas, buscando uma efetiva humanização;
c) Estar aberto à discussão sobre os novos tipos de família, procurando não discriminar as relações não convencionais dentro do MFC, entendendo que também essas são dignas da misericórdia divina;
d) Despertar a consciência de que precisamos viver uma espiritualidade encarnada em casa, no trabalho e na sociedade.
 

3. Estimular ações que promovam a integração do MFC com a comunidade:
a) Apoiar iniciativas de promoção humana;
b) Realizar ações assistenciais visto serem materialização da espiritualidade;
c) Desenvolver ações concretas voltadas para a comunidade, resgatando valores éticos, morais e cristãos;
d) Participar de ações sociopolíticas que visem à promoção social como meio de evangelizar.

 

O MFC e a Acolhida

1. Realizar ações que promovam a integração e o acolhimento de equipes e pessoas, sem discriminação:
a) Considerar opções como eventos festivos e reencontros de equipes-base, assim como oportunidades de congraçamento na vizinhança;
b) Melhorar a comunicação sobre estrutura do MFC bem como sobre os trabalhos feitos, considerando a utilização de recursos virtuais (sites, redes sociais);
c) Convidar novas pessoas sem discriminação de qualquer natureza para participarem de eventos do MFC;
d) Estimular todas as equipes-base do MFC no país quanto à prática de rodízio de reuniões nas casas dos participantes;
e) Discutir a temática da acolhida em todos os seus aspectos nas equipes-base;
f) Realizar encontros de viúvas, namorados, recém-casados, considerando sua inclusão nas equipes-base;
g) Promover visitas entre equipes-base da mesma cidade;
h) Trabalhar aspectos de relacionamento humano como tolerância e respeito às diferenças e limitações.
 

2. Desenvolver a acolhida de jovens no/para o MFC:
a) Considerar a produção de material com metodologia para atendimento de crianças, adolescentes e jovens;
b) Integrar jovens nos projetos, trabalhos e encontros desenvolvidos;
c) Apoiar os jovens de forma dinâmica por meio de orientação e acompanhamento feito pelos participantes do MFC.
 

3. Elaborar cadastro nacional de equipes-base e melhorar a divulgação das ações desenvolvidas:
a) Estimular o contato intermunicipal e interestadual entre participantes e equipes do MFC para partilha de experiências, por meio da elaboração de cadastro virtual;
b) Viabilizar o acesso dos participantes do MFC quanto a contribuírem para conteúdos de publicações da Instituição.

 

O MFC Solidário

1. Catalogar e divulgar projetos e iniciativas de solidariedade existentes em todo o MFC (Exemplo: INFA – Instituto da Família, criação do MFC):
a) Considerar a criação de orientações para a implantação do INFA (Instituto da Família);
b) Viabilizar o fornecimento de orientações detalhadas sobre projetos e ações bem-sucedidas do MFC para quem manifestar interesse;
c) Divulgar as ações desenvolvidas pelo MFC em todo o país, utilizando meios virtuais (site do MFC, redes sociais);
d) Criar espaços específicos nos ENCONTROS NACIONAIS, com o intuito de divulgar experiências exitosas de ações concretas de cada unidade do MFC.
 

2. Criar iniciativas/campanhas de solidariedade, amparo e formação social:
a) Promover/incentivar campanhas nacionais de solidariedade;
b) Identificar ações para promoção do atendimento de necessidades da comunidade;
c) Realizar eventos visando à arrecadação de recursos para tais iniciativas;
d) Atuar junto ao poder público no sentido de fazer cumprir leis/direitos relacionados à assistência social.
 

3. Atuar em parceria com instituições que trabalham em ações de solidariedade:
a) Contribuir com entidades públicas e filantrópicas em iniciativas já existentes de promoção humana;
b) Participar em iniciativas de solidariedade/proteção ambiental como educação para o plantio de árvores e descarte apropriado do lixo.

 

O MFC que se Renova

1. Fortalecer a comunicação no MFC
a) Buscar profissionais especializados para manter o portal atualizado, contando com recursos financeiros do MFC;
b) Utilizar o portal do MFC para divulgação de material de formação, possibilitando interação com o SENFOR;
c) Criar uma equipe nacional de comunicação virtual, comparticipação dos jovens, com o papel de organizar e disponibilizar por meio dos recursos virtuais conteúdo diverso, inclusive de formação e informações sobre os trabalhos realizados nos diversos encontros;
d) Divulgar os trabalhos e os serviços realizados nas diversas regiões;
e) Promover a bibliografia do MFC.
 

2. Fortalecer a formação no MFC
a) Capacita/formar líderes que possam dar continuidade ao carisma e identidade do MFC;
b) Fortalecer a Equipe Base, num processo de formação continuada, base estatutária, pertença, conhecimento e informação.
c) Preparar as bases do MFC para um melhor convívio entre as gerações;
d) Criar um projeto em parceria com entidades públicas ou privadas para valorizar a família;
e) Repassar as sínteses do ENA como uma tarefa obrigatória, em todas as cidades no retorno de seus membros;
f) Considerar a realização de Fóruns/eventos nacionais/regionais sobre Família, bem como a participação do MFC na SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA;
g) Considerar a preparação de material sobre a compreensão da diversidade de modelos de famíliares;
h) Implementar discussões sobre os documentos regimentais e estatutários periodicamente.
 

3. Fortalecer a integração do MFC
a) Priorizar, planejar ações de integração entre todos os participantes;
b) Integrar melhor o MFC nacional aperfeiçoando a comunicação entre todos os níveis do movimento;
c) Fortalecer o Seminário de Integração Nacional (SIN) e o Seminário de Integração Regional (SIR) por ser o melhor multiplicador;
d) Aprimorar a maior comunicação entre cidade, estado e nacional;
e) Discutir com a comunidade e com outras instituições os vários tipos de família, desenvolvendo projetos que possibilitem o resgate social;
f) Possibilitar elo entre as equipes base e destas com as coordenações.
 

13/11/2018
106º Conselho Estadual - Maringá


05/05/2018
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